Como há muito tempo ansiado, retiramos um fim de semana só para nós os dois.
Longe de ruídos de crianças, longe de brinquedos e de uma casa desarrumada, longe de muita coisa mas perto de tudo. O tempo passou devagar, na calmaria da paisagem da estalagem são Félix. A Ana ficou com a avó Nanda e o Pedro com a avó Rosa. E nós passeamos, tivemos refeições calmas, andamos sem tempo contado, namoramos.
Foi bom.
Foi muito bom.
Deu para retemperar, deu para verificar que temos muito para dar um ao outro, deu para renovar o que sinto pelo meu marido.
Amo-o.
Quero viver para sempre com ele.
Queria que esse para sempre significasse mesmo para sempre. Também soube bem o regresso. É indissociável a criançada do casal que nós somos. Somos uma família. Podíamos ser mais vezes casal, é verdade mas fundamentalmente somos quatro.
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